giovedì 30 novembre 2017

Michael Haneke: a proposito del suo film "Happy end"

Una scena del film Happy end
A proposito del suo ultimo film "Happy end" il regista Michael Haneke così dice nell'intervista  concessa a Arianna Finds:

Non volevo fare un film sull'immigrazione...piuttosto sul nostro autismo. La verità è che sono preoccupato per tutto quello che succede e dovremmo esserlo tutti. Il mio è un film sull'ignoranza verso la sofferenza dei migranti. Non posso raccontare i migranti, non ho vissuto le loro vite, non conosco le loro esperienze. Ma racconto di noi. Di come siamo tutti occupati a guardare il nostro giardino e i nostri vicini e tutto il resto semplicemente lo buttiamo. Sto parlando anche di me, per questo ho fatto una farsa. Non abbiamo nemmeno la dignità di raccontarci in un dramma. Il dramma è fuori, nella vita reale, è quel che sta succedendo ad altri.


da Arianna Finds, Intervista a Haneke, La Repubblica 28-11-2017

mercoledì 8 novembre 2017

“Se tornar servidor dos outros”




     


 









Em todos os tempos, como acontece também hoje, é fácil enunciar discursos moralistas e depois não viver com coerência, mas sim procurando os postos de prestígio no contexto social , o jeito para se destacar e se servir dos outros para obter avantagens pessoais. É para poucos Mestres anunciar a novidade de um estilo de vida novo, verdadeiro e que va “contra-corrente” respeito à mentalidade da maioria: “Que o maior no meio de vocês se torne servidor dos outros”.

      Em un encontro con pessoas que queriam descobrir este singular paradigma, Chiara Lubich indicava como todos , por sermos  irmãos uns dos outros, estamos chamados a construirmos a fraternidade universal. “Qual e o jeito melhor para servir? Tornarmos um com cada pessoa que encontramos, considerando como próprios os seus sentimentos, enfrentá-los como se fossem nossos. Quer dizer, nao vivermos dobrados sobre nós mas procurando carregarmos os pesos e compartilharmos as alegrías dos outros”.

      Esta è a novidade: amar a todos porque todos somos irmãos. Descobre-se assim que o irmão a quem amamos concretamente è cada uma de esas pessoas que encontramos em nosso dia a dia. È o papai, a sogra, o filho caçula e o outro rebelde; è o prisioneiro, aquele que pede uma esmola, è o deficiente; o chefe do escritorio, a faxineira; aquele que compartilha as nossas idéias políticas e quele que não o faz, aquele que pertence à nostra fede e cultura assim como também o estrangeiro.

      Amar o irmão è servi-lo, já que aquele que queira ser o maior entre todos “deve se tornar servidor dos outros”.

      Todas as nossas capacidades e qualidades positivas, tudo aquilo que poderia fazermos sentir ”grandes” constitui uma oportunidade de serviço imperdível: a experiencia no trabalho, a sensibilidade artistica, a cultura, também poder sorrir e fazer sorrir, o tempo dedicado à escuta de quem está em situacão de dúvida ou de dor; as energías da juventude e a força da meditacão quando a aptidão física se reduz.

      Que o maior no meio de vocês se torne servidor dos outros.


      E este amor, desinteressado, tarde ou cedo acende no coracão do irmão o mesmo desejo de compartilhar,  renovando os relacionamentos na familia, no bairro, no ambiente de trabalho e de recreio e pondo as bases para uma nova sociedade.

Claudio Larrique